Uma revista para todo cristão
Ano 9 · N° 54
Novembro - Dezembro 2008

A respeito da administração de Deus e administradores.

A economia de Deus

Gino Iafrancesco (Colômbia)

Vamos ler no capítulo 1 de Colossenses, os últimos versos a partir do 24, para ter um contexto mais amplo, e até os primeiros versículos do capítulo 2.

Diz Paulo: «Agora me regozijo no que padeço por vós…». Não que Paulo era masoquista, não que ele se regozijasse no sofrimento como um fim em si mesmo, mas porque ele sabia que aquelas coisas que Deus permitia que ele passasse iriam redundar em benefício da edificação de uma casa para o Deus vivo.

«… e cumpro em minha carne o que falta das aflições de Cristo por seu corpo, que é a igreja». Não diz aqui que a Cristo faltam aflições por seu corpo; diz que em Paulo falta mais das aflições de Cristo. A obra do Senhor Jesus Cristo na cruz foi consumada, e a obra de redenção já está completamente feita pelo Senhor ao morrer por nós. A parte que ele nos deu não é para redenção, mas para colaborar com a edificação. Em nossa carne vai se cumprindo, o resto das aflições de Cristo, algumas pequenas aflições. Paulo lhes chama pequenas; em outra carta, ele diz: «…esta leve e momentânea tribulação produz em nós cada vez mais um excelente peso de glória».

 

A economia de Deus

E em seguida diz: «…a igreja, da qual fui feito ministro, segundo a administração de Deus». Aqui nos encontramos com uma palavra, neste caso, administração, que no original grego é economia, oikonomía, de oiko (lar, casa) e nomos (norma ou lei). Oikonomía, economia, a norma do lar, a lei da casa, o acerto administrativo do reino de Deus. Então, Paulo, e cada um dos membros do corpo, são feitos um economista segundo a economia de Deus, segundo o acerto de Deus.

Se existir um propósito (e ele existe) da parte de Deus, existe também um acerto administrativo, um plano estratégico de Deus, com suas etapas, para que esse propósito seja completado. A palavra de Deus nos fala do próprio ser de Deus, ou seja, do mistério de Deus, que conhecemos em Cristo; fala-nos também do querer de Deus, ou seja, um capítulo seguinte desses mistérios de Deus, o mistério da vontade divina.

Então, a Palavra nos revela o seu ser, e nos revela o seu querer, ou seja, o seu objetivo, a meta que ele traçou. Mas também a Palavra revela aos santos a estratégia, o plano, para que esse propósito seja conseguido. Então, essa estratégia, esse arranjo, essa administração, é o mistério da economia divina, que aqui foi chamada administração, e em outros versículos é chamada «a dispensação do cumprimento dos tempos».

Jesus, na parábola do mordomo, chama-lhe mordomia. Paulo, em 1ª aos Coríntios, chama-lhe comissão, e escrevendo a Timóteo, chama-lhe edificação. Cinco palavras diferentes –pelo menos na tradução de Reina e Valera–, traduções válidas, mas somente parciais, de uma só e única palavra no original grego, que é economia.

Ou seja, que a economia inclui a dispensação –o que Deus tem que dar; a economia inclui a administração– de que maneira ele nos revela e ele nos dá. Inclui também a mordomia; porque ele encomenda a pessoas esta administração, e, portanto, a mordomia inclui também a comissão. Quando Paulo diz em 1ª Coríntios 9, «a comissão me foi encomendada», essa palavra no original grego é «a economia me foi encomendada». Então, a economia divina é encomendada à igreja.

A palavra do Senhor nos fala da administração, em vários planos. Por exemplo, quando Paulo escreve aos bispos, ou escreve deles na 1ª Epístola a Tito, diz: «O bispo, como administrador de Deus». É o próprio Deus, no fim das contas e em última instância, que está administrando, que está se dando.

Deus decidiu revelar-se, e também Deus decidiu dar-se. Não só revelar-se, mas também dar-se; ou seja, administrar, passar-se a nós; dar-nos a sua vida, para que nós vivamos nossa vida com a sua, vivamos todos os aspectos da vida humana, normais, criados pelo mesmo Deus para a humanidade, mas que a vivamos com ele. Deus quer viver a sua vida conosco, e que nós vivamos a nossa vida com ele, e que nós vivamos a sua vida em nossa vida.

Então, por isso se fala da administração de Deus, e se fala dos anciões, os bispos ou episkopos, como administradores de Deus. Eles o fazem primeiro, para que depois os santos também o sejam. Em 1ª Pedro 4:10, agora o Espírito Santo, pelo apóstolo Pedro, chama os santos em geral de serem «bons administradores da multiforme graça de Deus». Então, aparece também a graça de Deus. O Novo Testamento, e especialmente Paulo, falam da administração da graça. E Pedro, falando dos santos, todos os santos, diz: «Cada um, segundo o dom que recebeu, ministre aos outros, como bons economistas da multiforme graça de Deus», ou seja, a graça de Deus sempre nova, sempre especial, sempre fresca, sempre aplicada de maneira muito particular; entretanto, através de todos, passando através dos santos. Os santos, como bons administradores ou economistas da multiforme graça de Deus. Então, falou da administração do próprio Deus e da graça de Deus.

E em 1ª aos Coríntios, capítulo 4, nos primeiros versos, fala-se também de outro aspecto dessa administração, porque Deus primeiro chega como a vida, chega como a graça; mas a palavra do Senhor nos fala da luz da vida. Ou seja, que a vida tem luz. No primeiro capítulo do evangelho de João, vocês recordam que diz: «Nele estava a vida –a vida eterna, a vida divina, a vida que estava com Deus, e é Cristo– e a vida era –e segue sendo– a luz dos homens».

«A luz resplandece nas trevas». Uma das características da vida é a luz. A vida, a luz e a verdade estão intimamente relacionadas e entrelaçadas. Porque a vida tem luz, e a luz ilumina os olhos do nosso entendimento. A luz de Deus é para ser administrada.

 

Os dois aspectos da economia

Na palavra administração ou economia vemos que existem dois aspectos: um aspecto íntimo, interior, que é aquilo, ou melhor, Aquele que administra; mas também existe para onde se administra. O irmão Watchman Nee escreveu um livro, que lhe pôs um título muito interessante. Chama-se: «Cristo, a essência de todas as coisas espirituais». É um título longuinho, para que possa dizer as coisas mais completas, porque às vezes, se o título fosse mais curto, não diria tudo o que tem que dizer. Poderia haver dito só «Cristo» o título, e seria muito bom. Poderia ter dito «Cristo, a essência», e também seria muito bom. Mas ele continuou: «Cristo, a essência de todas as coisas», e do singular –Cristo, a essência–, passou à aplicação cotidiana, passou aos múltiplos desafios, porque isso é a administração.

A administração é passar do único, para todos. Como em seguida em 1ª aos Coríntios, no final do capítulo 15, diz que depois que todo o reino tiver sido sujeitado ao Filho, então também o Filho se sujeitará ao Pai. E diz para que: «…para que Deus seja tudo em todos». Ou seja, Deus tem que ser tudo, mas em todos. Ou seja, Deus tem que ser aplicado em tudo.

Aqui vemos dois aspectos: o aspecto interior, quando sai da unidade de Deus, da essência divina, e quando começa a administrar-se em direção a muitos, e a vários e diferentes, e em estados diferentes, e com desafios diferentes, e com problemas diferentes. E o único tem que ser aplicado em tudo, e sair vitorioso em tudo, e ser a solução de tudo, de cada coisa, de cada problema.

Quando olhamos para o trono de Deus, nos diz que ele mora em luz inacessível (1a Timóteo 6:16). Vamos supor que essa luz inacessível é branquíssima. Quando o Senhor se revelou lá, diz que as suas vestimentas eram tão brancas que resplandeciam mais brancas que a neve.

Mas, quando o Senhor aparece no trono, em Apocalipse 4, ao redor do trono há um arco íris, e o arco íris é a linguagem da fidelidade do Senhor para a criação. Ele tinha destruído o mundo com um dilúvio, e em seguida promete ao homem que não iria mais destruir o mundo com um dilúvio de águas. E diz que ele iria pôr o seu arco nas nuvens, não só para que nós o víssemos, mas também para que ele mesmo visse e se lembrasse de nós.

As cores do arco íris são muito variadas, e todas elas são parte da cor original, do branco. Podemos dizer que esse branco é Cristo, a essência de todas as coisas espirituais. Mas ele tem que ser aplicado, ele tem que ser aplicado através de muitas pessoas, ele tem que ser aplicado para todos os desafios humanos, para que Deus seja tudo em todos; que Deus esteja em tudo. Então, aquela luz branca se decompõe em cores. E para este lado parece que é vermelha, e aqui é alaranjada, e aqui é amarela, e aqui é verde, ou azul, ou anil, ou violeta.

Essas sete cores, todas, são partes; são a diversidade em que se expressa à unidade. Então, há uma unidade, uma essência; mas uma essência que, segundo Deus, deve encher tudo, deve expressar-se em toda a variedade. Diz que há um Espírito, mas há diversidade de dons; um Senhor, mas há diversidade de ministérios, de serviços; um só Deus e Pai, mas há diversidade de operações.

Então, o Senhor tem que estar uma vez nos levando e de outra vez nos trazendo. Por isso é que ele chama o seu povo a um reino sacerdotal, porque o aspecto sacerdotal é o que se volta para a unidade, é o que se volta constantemente para o Senhor, para encontrar-se com o Senhor, e para não perder-se nas coisas. Mas, quando o sacerdote se volta para o Senhor, como diz Pedro: «Foram chamados das trevas para a sua luz admirável». Mas, então, a partir daí, o sacerdote tem que sair no nome de Deus. Ele tem que impregnar-se de Deus, tem que conhecer a Deus, tem que receber a impressão de Deus, tem que conhecer a natureza, o caráter e a vontade perfeita de Deus, para que agora seja expresso como rei. Esse sacerdote agora sai como rei.

No Novo Testamento, os sacerdotes são reis também. Reis e sacerdotes, um reino sacerdotal. Quando sacerdotes, conhecemos o Senhor atrás do véu; e como reis, aplicamos o Senhor fora do véu. Mas não pode haver uma grande diferença entre o que está dentro e o que está fora. O objetivo de Deus é administrar-se; é aplicar o que está dentro, fora; a luz, sair em cores; o Espírito, em dons; o Senhor, em ministérios; Deus, em operações.

Assim como o azeite passa por distintos braços do candeeiro e enche várias lâmpadas, e essas lâmpadas, umas estão em um braço da esquerda, e outras no braço da direita. Há candeeiros na Bíblia, e esses candeeiros têm braços, na esquerda e na direita. Poderíamos chamar-lhes os braços de fora, os ‘ultra’. Como Simão o Zelote, por exemplo; eu penso que ele provinha da ultra-esquerda. E Mateus, como vinha da ultra-direita. Mas se encontraram na haste central, que é Cristo. Encontraram-se no Senhor!

O Senhor é suficiente para responder os desafios e as demandas, tanto da esquerda como da direita. Porque ele quer ser Senhor não só no íntimo dos nossos corações, mas também ser aplicado em toda a nossa vida cotidiana. Ser aplicado em nossa arte, ser aplicado em nossos mercados, em nossas transações. Não podemos deixar o Senhor fora das nossas transações. O Senhor tem que encher tudo, inclusive as transações comerciais.

Tudo o que é humano tem que ser cheio por Deus. Deus tem que administrar-se, de Deus, por Cristo; e de Cristo, pelo Espírito, para o nosso espírito, para a nossa alma. Todos os aspectos da nossa alma têm que ser saturados pelo Senhor. Temos que amar o Senhor com toda a alma, não sem a alma; com todo o coração, com toda a mente, com todas as forças.

O Senhor tem que encher tudo. As coisas, sem o Senhor, não têm sentido, estão vazias. Mas as coisas foram criadas pelo Senhor; mas criadas para ele mesmo, criadas para serem sustentadas, enchidas por ele. Quando o Senhor ascendeu, diz a Escritura, ele ascendeu com o objetivo de encher tudo. Encher tudo. Então, o Pai, saindo de si mesmo para nós, revelando-se a nós e dando-se a nós em Cristo e pelo Espírito, para chegar primeiro ao nosso espírito.

E em nosso espírito é onde nós tocamos a essência, em nosso espírito é onde conhecemos o Senhor. Com nosso espírito é que somos impregnados da natureza do Senhor. E daí em diante, cabe ao Senhor manifestar-se com a nossa alma; e, com o nosso corpo, levá-lo a todas as partes, levar ao Senhor; permitir que debaixo do trono do Senhor flua o rio, e esse rio circule para o Lugar Santo, e circule para o átrio, e saia para o deserto, para que toda alma que se submirja no rio do Espírito, viva. Porque o Senhor é a vida, e ele é o que deve dar vida a todas as coisas.

Então, existe um aspecto administrativo, um aspecto de interpretação, um aspecto de aplicação, e temos que estar sempre indo e vindo. Vindo como sacerdotes, e saindo, não da presença de Deus, mas saindo em seu nome, em sua representação, como reis, para aplicar a Cristo no trabalho.

Se o Senhor tivesse desejado que somente estivéssemos orando, não nos teria posto no jardim do Éden para trabalhar, para cultivar o jardim, a guardá-lo; ao contrário, do rio do Éden saíam quatro braços, e começa com o que é simples para tornar-se um pouco mais complexo, e para ir aos quatro pontos cardeais. E nos diz que um desses rios nos levava a certos lugares onde havia bdélio e havia ônix. Ou seja, que o rio conduz o homem aos metais preciosos que o homem quer ver em si mesmo. Os seres humanos, quando vêem uma pedra preciosa, a querem pôr no nariz, nas orelhas, nos anéis, no pescoço, e agora até no umbigo.

Deus quer nos fazer preciosos. Ele nos fez de barro, mas ele nos quer fazer preciosos. Então, o rio nos conduz para a edificação. E edificação é o trabalho de sobreedificação a partir do fundamento. Edificação é a aplicação de Cristo a todos os desafios, em todas as áreas da vida. Então, a luz inacessível do trono, quando se dispensa, converte-se em arco íris. O azeite se converte na luz de sete lâmpadas. Número de plenitude para um lado e para o outro lado, isso nos fala da administração de Deus.

O objetivo final é que Deus encha tudo, que não haja nada no qual Deus não esteja, que não haja nada que não tenha sido submetido a Deus, que não haja nada que se torne fora do controle e da natureza e do governo bem lubrificado e suave do Senhor. Porque, às vezes, nos tornamos cristãos de domingo, e temos algo do Senhor para os cultos e para a adoração e para os domingos. E se houver outra reunião de oração, amém, pode ser as quartas-feiras… Mas no restante, ficamos em nós mesmos.

Mas Deus quer encher tudo em todos. Cristo ascendeu para encher todas as quartas-feiras, todas as segundas-feiras, todas as terças-feiras, todos os lugares onde tenham que ir, todas as tarefas, todos os desafios. Em todas as áreas humanas, nada deve ficar sem ser saturado por Cristo; por Deus, em Cristo, pelo Espírito.

E a igreja foi chamada para viver neste mundo. «Pai, não peço que os tire do mundo. Não são do mundo, mas não peço que os tire do mundo, mas que os guarde do mal». Nós temos uma tarefa que cumprir neste mundo; então, temos que carregar a arca. Nós temos que levar o Senhor; temos que introduzir o Senhor no banco, na escola, no trabalho, no mercado, no estúdio, em todas as partes.

Que triste o banco sem o Senhor, que triste o estudo sem o Senhor! Que triste é tudo sem o Senhor! Tudo é nada sem o Senhor! Mas o Senhor quer ser tudo em todos. Tudo em todos; não vamos deixar nada para o diabo. O Senhor quer tudo; ele quer ser tudo em todos. Todas as coisas que vão aparecendo têm que ser enfrentadas com o Senhor.

 

Cristo para os diversos desafios

Em Apocalipse aparece o Senhor com diversas credenciais para as igrejas. Aparece, por exemplo, quando fala a Éfeso, com umas credenciais diferentes; quando fala com a igreja em Esmirna, fala-lhe com outras credenciais. É o mesmo Cristo. Todas essas credenciais que o Senhor reparte entre as igrejas, no capítulo 1 estão integradas na visão do Cristo glorioso, no Cristo glorificado. Ali estão todos os detalhes, ali está no meio dos candeeiros, ali tem as estrelas em sua mão direita, tem a espada em sua boca. Tem todos os detalhes que em seguida aplica diferenciadamente, segundo a igreja necessita em distintos desafios.

A igreja em Éfeso corria o perigo de perder o candeeiro. O Senhor lhe diz: «Se não te arrependeres, tirarei o seu candeeiro». Então, como se apresenta o Senhor à igreja em Éfeso? «aquele que tem os sete candeeiros diz isto». Ou seja, o perigo é enfrentado pelo que o Senhor é. Ele é o Senhor da completação; ele é o Deus da plenitude. À igreja, muitas vezes, gosta de certas coisas e descuida de outras, mas ele é o Deus da plenitude.

Por outro lado, a igreja em Esmirna estava em uma situação diferente. A igreja em Esmirna estava em perseguição, e o Senhor estava decidido a não impor mais carga aos irmãos que estavam em perseguição. Somente lhes pediu que fossem fiéis até o final, até a morte. Mas o Senhor não vai pedir aos santos que morram, se ele primeiro não tivesse morrido. Então, a outras igrejas ele diz outras coisas, mas à igreja em Esmirna lhe diz: «aquele que esteve morto e reviveu é o que te diz isto».

Então, qual é o crédito que o Senhor apresenta à igreja em Esmirna? Ele passou pela morte; ele passou pelo martírio. E, se ele pede à igreja para suportar uma provação terrível, é porque ele a suportou primeiro, e ele venceu, e agora está vivo. «Estive morto, mas eis aqui que vivo… Sê fiel até a morte, e eu te darei a coroa da vida… E o que vencer não sofrerá o dano da segunda morte». Da primeira sim, mas não da segunda. Outros escapam, ou querem escapar da primeira, mas nem da primeira vão escapar, nem da segunda. Mas os vencedores não escaparão da primeira; mas da segunda, sim.

Podem notar? Nem todas as vezes que o Senhor fala com a igreja lhe fala com as mesmas credenciais. A cada igreja aplica um aspecto de si mesmo. Toda a igreja necessita a totalidade, mas em certo momento requeremos ao Senhor como tal coisa, e em certo momento requeremos ao Senhor como tal coisa. Essas coisas não podem separar-se do Senhor. Só que o Senhor, às vezes, é paciência; às vezes, é amor; às vezes, é graça; às vezes, é firmeza. Ele é todas estas coisas, mas ele sabe quando tem que falar forte, e quando tem que falar suave, quando tem que dar uma carícia e quando vai dar açoites. Ele sabe como aplicar.

O Senhor deve ser aplicado, e a isso é o que se refere à palavra administração – a plenitude do Senhor sendo aplicada à plenitude do corpo, para a plenitude dos casos, e das coisas e dos desafios.

(Extrato de uma mensagem ministrada em Temuco, em agosto de 2008).